O Brasil tem muitos motivos para brindar — e agora, um deles tem sabor de conquista internacional.

O Jolimont Chardonnay Reserva 2023, produzido na Serra Gaúcha, foi eleito um dos dez melhores vinhos do mundo na categoria Chardonnay no Chardonnay-du-Monde 2025, uma das mais respeitadas competições vinícolas globais, realizada em março na França.

A disputa foi acirrada: 500 rótulos de 34 países participaram da seleção. Entre todos, apenas dez vinhos alcançaram o topo — e um deles leva o selo brasileiro.

Além do Jolimont, outros dois vinhos nacionais também se destacaram ao conquistar medalhas de ouro: um da Vinícola Gazzaro e outro da Cooperativa Garibaldi. No total, apenas 82 rótulos em todo o mundo receberam a distinção máxima, consolidando o Brasil como uma força emergente e respeitável no cenário da vinicultura internacional.

O Desafio da Produção Nacional

Mesmo com esse reconhecimento, o ano de 2024 foi desafiador para a produção de vinhos no Brasil. O país viu uma queda de 40% no volume total, com produção fechando em cerca de 270 milhões de litros. O motivo? A redução de 23% na safra de uvas viníferas no Rio Grande do Sul — o estado que concentra a maior parte das vinícolas brasileiras.

- VITRINE UNIVINHO -

Ainda assim, o esforço de produtores locais segue gerando frutos — e taças — de excelência, elevando a reputação do vinho nacional mundo afora.

E o Consumo no Brasil?

Apesar da crescente qualidade, o consumo per capita de vinho no país ainda é modesto: cerca de 2,5 litros por ano por pessoa. Mas isso pode mudar com o aumento da oferta de rótulos premiados e com o surgimento de novos apreciadores, impulsionados por conteúdos educativos e acessíveis sobre o universo do vinho.

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